Mostrando postagens com marcador VIDEO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador VIDEO. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

ALMIR SATER



Ando devagar porque já tive pressa

E levo esse sorriso porque já chorei demais

Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe

Só levo a certeza de que muito pouco eu sei

Eu nada sei


Conhecer as manhas e as manhãs

O sabor das massas e das maçãs

É preciso amor pra poder pulsar

É preciso paz pra poder sorrir

É preciso a chuva para florir


Penso que cumprir a vida seja simplesmente

Compreender a marcha e ir tocando em frente

Como um velho boiadeiro levando a boiada

Eu vou tocando os dias pela longa estrada eu vou

Estrada eu sou


Conhecer as manhas e as manhãs,

O sabor das massas e das maçãs,

É preciso amor pra poder pulsar,

É preciso paz pra poder sorrir,

É preciso a chuva para florir


Todo mundo ama um dia todo mundo chora,

Um dia a gente chega, no outro vai embora

Cada um de nós compõe a sua história

Cada ser em si carrega o dom de ser capaz

De ser feliz…


Conhecer as manhas e as manhãs

O sabor das massas e das maçãs

É preciso amor pra poder pulsar,

É preciso paz pra poder sorrir,

É preciso a chuva para florir


Renato Teixeira e Almir Sater

sábado, 22 de setembro de 2007

ESTAÇÃO MAIS LINDA DO ANO!

É PRIMAVERAAAAAAAAAAAAAA.......Tirado do Youtube,

escrito por Eny

sábado, 8 de setembro de 2007

LUCIANO PAVAROTTI

Silenciou um voz!

O tenor italiano Luciano Pavarotti, considerado por muitos o maior cantor lírico de sua geração, morreu na madrugada desta quinta-feira, aos 71 anos de idade.

Pavarotti nasceu em Modena, no dia 12 de outubro de 1935. Seu pai era padeiro e cantor lírico amador e sua mãe trabalhava em uma fábrica de charutos. Sua estréia nos palcos foi no dia 29 de abril de 1961, no papel de Rodolfo na ópera La Bohème, de Giacomo Puccini. A apresentação foi em Reggio Emilia.

Em fevereiro de 1965, fez sua primeira apresentação nos Estados Unidos, em Miami, ao lado da australiana Joan Sutherland. Substituindo um tenor que havia ficado doente, Pavarotti subiu ao palco sem precisar ensaiar previamente. Com o aval de Sutherland, que o considerou preparado para o desafio, cantou em Lucia di Lammermoor, de Gaetano Donizetti.

Mas o grande momento na América veio em 1972, com uma apresentação de La fille du régiment, também de Donizetti, no Metropolitan Opera House de Nova York. Ovacionado pelo público, o tenor foi chamado 17 vezes à cena, um recorde. Aliás, o tenor está no Guinness, o livro dos recordes, por ter recebido o maior número de chamadas ao palco: 165.

Na década de 90, ele ficou ainda mais famoso com o projeto Os Três Tenores, quando dividiu o palco com Plácido Domingo e José Carreras, em vários concertos ligados à Copa do Mundo e também em turnês mundiais. Nos anos 90 teve início o projeto Pavarotti e Amigos, uma série de apresentações beneficentes com a participação de ídolos da música pop como Elton John, Sting e Bono, da banda U2.

Sua última apresentação em ópera foi no Metropolitan de Nova York, em 13 de março de 2004, como o pintor Mario Cavaradossi, na ópera Tosca, de Puccini. O italiano foi aplaudido de pé pelo público durante 12 minutos.

Em fevereiro de 2006, Pavarotti foi a grande atração da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de Turim, na Itália. Pouco depois, recebeu o diagnóstico de câncer no pâncreas.